Publicado em: 10-01-2023
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O dia de terror bolsonarista levou o presidente Lula a assinar ainda no domingo (08/01) um decreto de intervenção federal na segurança pública do Distrito Federal, após as autoridades locais ligadas ao bolsonarismo serem acusadas de incompetência na gestão da crise e até cumplicidade com a horda de golpistas que destruiu as sedes dos Três Poderes.
No final do dia, foi a vez de o ministro Alexandre de Moraes determinar o afastamento por 90 dias do governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na decisão, Moraes afirmou que a violência de domingo ocorreu com a "anuência" das autoridades de segurança e inteligência.
"A escalada violenta dos atos criminosos resultou na invasão dos prédios do Palácio do Planalto, do Congresso e do STF, com depredação do patrimônio público, conforme amplamente noticiado pela imprensa nacional, circunstâncias que somente poderiam ocorrer com a anuência, e até participação efetiva, das autoridades competentes pela segurança pública e inteligência, uma vez que a organização das supostas manifestações era fato notório e sabido, que foi divulgado pela mídia brasileira", escreveu Moraes na decisão.
Manifestantes bolsonaristas prepararam uma espécie de manual para evitar que sejam acusados de "golpistas" durante os atos convocados para este feriado, de 15 de novembro, em frente aos quartéis do Exército. A estratégia é desvincular o movimento de um ato criminoso.
Em Brasília, há um acampamento montado em frente ao Quartel General do Exército. O grupo é formado por apoiadores do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições presidenciais, e defende a intervenção militar para evitar a posse do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que é inconstitucional.
Os manifestantes, contudo, resolveram defender publicamente pautas mais genéricas, como o apoio à "liberdade de expressão", ao poder soberano do povo e pedidos de "socorro" às Forças Armadas. Em frente ao QG também há faixas com mensagens como "SOS Forças Armadas" ou "Exército nos salve".
Em grupos que organizam as manifestações, há mensagens orientando como deve ser o protesto. Eles alertam para possíveis infiltrados e até para a presença da imprensa no acampamento.
Os organizadores pedem para que as declarações fiquem claras: não à censura; ilegitimidade nas urnas; justiça; e não à corrupção.
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